Arídio Cabral Advogados Associados

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Boate é condenada a indenizar cliente barrado

A ré restringiu a entrada do consumidor por ele ter questionado o valor da conta.

 

Uma boate foi condenada a indenizar um cliente, que fora barrado inúmeras vezes após questionar o valor consumido.
Ao ajuizar a ação foi alegado constrangimento e humilhação, pois o consumidor ficou longo tempo na fila de espera. A negativa de entrar no recinto causou revolta e tristeza, além de por em dúvida a condição de cidadão de bem, já que nada devia a ré.
 
Segundo consta nos autos, a boate atribui a restrição da entrada do consumidor  aos transtornos causados por ele ao questionar os valores  e não pagá-los.
 
Em primeira instância a ré foi condenada por sua medida arbitrária e abusiva , ficando claramente provado o tratamento discriminatório. 
 
A boate recorreu da decisão e a 2ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios  manteve a condenação imposta baseando-se  na negativa da prestação de serviço oferecido ao público em geral mediante pagamento, como consta no Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 39 inciso IX. Diante disso a boate foi condenada a indenizar o autor da ação em R$3 mil por reparação de danos extrapatrimoniais , acrescido de juros e correção monetária.
 

 



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